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SIQ Systems oferece treinamento da nova versão do SIQ para a Nakata Automotiva de Diadema

11/09/2017

nakata

Nos dias 4 e 5 de setembro a SIQ Systems ofereceu um treinamento para demonstrar a capacidade dos novos recursos da nova versão do SIQ para a Nakata Automotiva, cliente que utiliza nossas soluções desde 2006 em 4 plantas do país: Diadema – SP, Louveira – SP, Osasco – SP e Extrema – MG.

O treinamento teve como objetivo capacitar e preparar nossos usuários para utilização dos módulos de Plano de Controle, Skip Lot, Inspeção de Recebimento, Desvio de Especificação, Pós-Auditoria, Não Conformidades, 8D, PAPP e Gestão de Documentos na nova versão do sistema.

O novo SIQ conta com uma interface moderna e amigável, e foi desenvolvida a partir de metodologias e recursos tecnológicos atuais, tendo como foco principal melhorar a performance do sistema e facilitar a experiência do usuário.

Para mais informações sobre a nova versão do SIQ assista ao nosso vídeo e conheça as melhorias proporcionadas por essa nova versão. Caso queira migrar para a nova versão do SIQ, entre em contato conosco pelo comercial@siq.com.br ou pelo telefone (11) 4586 – 0245.

Legenda da foto (da esquerda para a direita): Felipe Mota (Analista de Qualidade Nakata), Elvis Primo (Auxiliar Técnico de Qualidade Nakata), César Rodrigues (Analista de Infraestrutura Nakata), Allan Ribeiro (Analista de Negócios Nakata), Frank Yoshida (Gerente de Qualidade Nakata), Allan Salles (Desenvolvedor de Sistemas SIQ Systems) e Leandro Rodrigues (Arquiteto de Informação SIQ Systems).

Acontece na SIQ: primeira reunião da Virtual Eye

04/09/2017

realidade virtual e realidade aumentada

Dia 01/09/2017, sexta-feira passada, aconteceu a primeira reunião da Virtual Eye, startup coligada à SIQ Systems voltada ao desenvolvimento de soluções em Realidade Virtual e Realidade Aumentada para a Gestão da Qualidade. A crença em buscar meios inovadores que possam revolucionar processos nas empresas está em nosso DNA.

Visite o site da Virtual Eye e saiba mais.

* Legenda da segunda foto: nossos colaboradores – da direita para a esquerda: Lucas do Rego, Rodrigo Miyazaki, Eliana Schiozer, Maysa Mazolli, Sylvio Iura e Marco Luvizan.

 

Chegou a nova versão do SIQ!

21/08/2017

sistema gestao qualidade

Conheça as novidades e melhorias da nova versão do seu Sistema de Gestão da Qualidade!

É com imensa satisfação que comunicamos aos nossos estimados clientes que o SIQ passou por melhorias!

A nova versão do SIQ conta com uma interface moderna e amigável, e foi desenvolvida a partir de metodologias e recursos tecnológicos atuais, tendo como foco principal melhorar e facilitar a sua experiência como usuário.

Com um design totalmente responsivo, nosso sistema agora se adapta automaticamente ao formato de diversos dispositivos, tais como tablet, smartphones e monitores maiores, preservando a qualidade e desempenho da navegação e visualização dos conteúdos.

Outra vantagem, é que as informações do novo SIQ estão expostas de maneira mais clara, possibilitando maior facilidade e praticidade na navegação do usuário, reduzindo o número de cliques e o tempo gasto para realização de determinada ação.

Para solicitar uma avaliação de upgrade do sistema e usufruir dessas melhorias, entre em contato conosco pelo e-mail comercial@siq.com.br, ou ligue para (11) 4586 – 0245.

Assista ao vídeo da nova versão do SIQ:

Qual a importância do compliance para o mundo corporativo?

02/08/2017

siq_systems_compliance

O atual cenário brasileiro nos leva a profundas reflexões sobre os limites éticos no mundo dos negócios. Brasil afora, essa discussão vem ganhando força há mais tempo, desde que escândalos financeiros abalaram a integridade do ambiente de negócios no coração do capitalismo mundial, os Estados Unidos. De lá para cá, novas leis como Sarbanes Oxley (SOX) e Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) têm norteado O Código de Ética e Conduta Empresarial. Treinamentos anuais com todos os colaboradores, auditorias independentes e a adoção de sistemas corporativos robustos são ações que as empresas vêm tomado para garantir a integridade de suas práticas e sustentar a credibilidade de suas marcas. A gestão de todas estas iniciativas, chamamos de Política de Compliance.

Garantir o compliance não significa apenas estar em conformidade com obrigações legais. Tem a ver com credibilidade e, por consequência, o valor da empresa. A queda de credibilidade em uma marca derruba todo o seu valor, causando prejuízo a todos os investidores, sejam eles majoritários ou ordinários. Fora isso, ainda há a possibilidade de processos milionários contra a empresa vindos de investidores estrangeiros. Em muitos casos, um escândalo de corrupção pode levar uma empresa à beira da ruína.

Compliance, além de gestão robusta, é uma questão de cultura corporativa. De nada adianta sistemas robustos, processos controlados e auditorias frequentes se os colaboradores não estiverem 100% comprometidos com a imagem da empresa. Afinal, se a empresa se envolver em um escândalo, todos perdem. É o que estamos vendo acontecer no Brasil com empresas envolvidas nas denúncias de corrupção, onde milhares de trabalhadores estão perdendo seus empregos, o que gera enormes problemas sociais. Seguir os procedimentos corretamente, levantar a mão quando suspeitar de algo e zelar pelas Boas Práticas são exemplos de atitudes esperadas de uma empresa idônea.

Transparência, rastreabilidade, disciplina e segurança da informação também são instrumentos fundamentais para a garantia do compliance. Sistemas integrados, rastreáveis com poderosas políticas de workflow facilitam a gestão.

E, por fim, a Qualidade também é – de forma indireta – compliance. Quando se tenta burlar limites regulatórios ou requisitos de clientes, também está se ferindo a credibilidade da empresa, gerando enormes prejuízos para toda a cadeia de abastecimento.

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Alexandre Tavares Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Fortaleça a base de Fornecedores e obtenha vantagens competitivas.

17/07/2017

gestão da qualidade

O bom relacionamento com fornecedores é essencial para garantir o sucesso das empresas. A parceria entre uma organização e seus respectivos fornecedores vai muito além do fornecimento de produtos ou serviços. Quando se começa a examinar as características essenciais de um elaborado sistema de relações com fornecedores, surge um conjunto complexo de sistemas e controles, na verdade, uma conexão cultural, onde empresas e fornecedores têm o mesmo objetivo. É preciso aqui enfatizar o indispensável uso de determinada ferramenta através da utilização inteligente da Tecnologia de Informação, sempre com o olhar atento a construir uma base de relacionamento mais sólida e profunda com a rede de fornecedores, permitindo que a melhoria contínua se desenvolva nos processos.

Nossa proposta com a utilização da Suíte de Gestão da Qualidade de Fornecedores, é que as empresas apliquem e utilizem rigorosos e sistemáticos controles e avaliações, partindo desde o Desenvolvimento de Produtos Novos ou Modificados, passando pelo Compliance (Gestão de Documentos Legais, Contratos e Certificações), Gestão de Não Conformidades, Inspeções, Gestão de Ferramental, Ativos e Equipamentos de Medição em Poder de Terceiros, Avaliação/Auditoria, Ressarcimento/Nota de Débito, até Gestão de Embalagens e Indicadores, controlando – de forma automática, transparente e sem intervenções –, o desempenho destes fornecedores, proporcionando um ambiente de comunicação aberto, confiante e eficaz. Este sistema deve ser visto pelos fornecedores diariamente, com o objetivo de capacitá-los e ajuda-los a obter uma compreensão detalhada de suas atividades e, em consequência, alcançar suas metas com base em aprendizagem.

A cadeia de suprimentos é como uma pirâmide, que é chamada de:

“HIERARQUIA NA PARCERIA COM FORNECEDORES”

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” O modelo Toyota apresentou um modo similar chamado “hierarquia de necessidades da cadeia de suprimentos”. Este modelo foi desenvolvido para descrever as necessidades dos fornecedores a fim de torna-los bons parceiros. A perspectiva de construir alianças com fornecedores que sejam eficazes para ambas as partes, um modelo que se aplica bem para Toyota e Honda, foi primeiramente introduzida em um artigo na Harvard Business Review em dezembro de 2004, de autoria de Jeffrey Liker e Thomas Choi, intitulado “Building Deep Supplier Partnerships”, páginas 104-113.”

eliana Eliana Schiozer – Diretora Comercial na empresa SIQ Systems. Possui uma carreira profissional de 20 anos dedicados à área comercial, com profundo conhecimento do mercado de Software para Gestão da Qualidade e Tecnologia da Informação.

 


 

Assista ao vídeo e saiba sobre todas as vantagens que nossa Suíte de softwares para Gestão da Qualidade de Fornecedores pode proporcionar à sua empresa.

 

 

Clique aqui e faça o download do nosso material com todas as informações sobre os módulos e funcionalidades do sistema.

 

A importância das pessoas para uma Cultura da Qualidade bem-sucedida

29/06/2017

cultura da qualidade

 

A qualidade de um produto ou serviço é o resultado de um esforço conjunto de muitas pessoas atuando em processos estruturados capazes de gerar resultados a partir de materiais fornecidos ou serviços prestados por terceiros. A preservação da qualidade depende de que este esforço seja sempre contínuo.

Veja que falamos em processos, materiais, serviços e, principalmente, de pessoas. Sim, pessoas! É comum pensarmos que a robustez de um processo produtivo está justamente em tirar das pessoas o benefício de decidir, automatizando essas funções com as tecnologias disponíveis e economicamente viáveis. Do ponto de vista da repetibilidade, produtividade e estabilidade, há uma verdade nisso. Mas é uma verdade que, no todo, não se sustenta.

Já vivenciei grandes problemas de qualidade advindos de processos ultramodernos, altamente capazes e extremamente automatizados. E, nestas experiências, percebi que o elemento “pessoas” destes processos não compartilhava de um propósito comum em prol da qualidade. Havia excesso de confiança nas automações e pouco foco na resolução do problema em si.

Esse propósito comum em prol da qualidade podemos denominar, daqui para frente, de “Cultura da Qualidade”. A Cultura da Qualidade em uma empresa é uma crença coletiva de que todas as pessoas são responsáveis pelo bom andamento das operações. Ela transcende todo o aspecto técnico da Gestão da Qualidade, pura e simplesmente, e permeia por todos os níveis e setores de uma empresa. É ela que faz com que as pessoas se encorajem a realizar suas atividades da melhor maneira, é ela que une as diferentes áreas visando um resultado comum, é ela que dita o senso de urgência quando os problemas acontecem e, também, é ela que dissemina o conhecimento e a informação de forma a fazer com que os processos funcionem da melhor maneira.

A criação e a manutenção da Cultura da Qualidade parte dos líderes. São eles os responsáveis por influenciarem seus times, por energizá-los e dar o devido foco no que realmente interessa. Não se trata apenas de um belo quadro de “Política da Qualidade” assinado pelo (a) CEO e exposto na recepção da empresa, mas sim de um compromisso diário feito com excelência, nos menores detalhes.

Capacitar, discutir, realizar e trabalhar em equipe são práticas que devem ser estimuladas todos os dias se quisermos ter uma verdadeira Cultura da Qualidade. Saber escutar, não apenas os clientes externos, mas também seus clientes internos, seus pares e até mesmo seus fornecedores, é um excelente primeiro passo para atingir a excelência. E, é claro, saber agir da forma mais adequada diante das informações coletadas.

Integrar informações na corporação é outra forma de manter a Cultura da Qualidade em dia. O compartilhamento das lições aprendidas, os registros ao alcance de quem necessita de forma fácil e rápida também são formas de fortalecer essa cultura. E, finalmente, disseminar essa cultura através de toda a cadeia de suprimentos.


 

Alexandre Tavares Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Evento: Parceria SIQ Systems e Omni Sistemas de Visão e IHM’s

21/06/2017

sistemas de visão
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E a nossa parceria com a Omni Sistemas de Visão e IHM’s continua a todo vapor! Semana passada a Omni realizou um evento para seus integradores com o objetivo de divulgar as novidades e lançamentos da COGNEX, e a SIQ Systems estava lá, acompanhando todas as novidades bem de pertinho.
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Este ano foram apresentados alguns equipamentos COGNEX, são eles:
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Perfilador a Laser In-Sight

 

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O perfilador a laser In-Sight é um sistema de medição utilizado para verificar se as dimensões de uma peça cumprem as especificações. O perfilador a laser In-Sight é configurado utilizando a interface de usuário In-Sight EasyBuilder. Este software intuitivo e fácil de usar facilita para que engenheiros de qualidade e fabricação desenvolvam, implementem e apoiem medições de alta precisão no chão de fábrica. Link: http://www.cognex.com/products/machine-vision/in-sight-laser-profiler/

Recursos do In-Sight VC200

 

 

Os sistemas de visão multi-câmeras inteligentes In-Sight® VC200 trazem a confiabilidade comprovada dos sistemas de visão independentes In-Sight para aplicações de visão multi-câmeras. Você pode facilmente conectar até quatro câmeras inteligentes In-Sight a um controlador para ter inspeções multivisão em seu ambiente de produção. Pela primeira vez você pode aproveitar o poder da computação distribuída com várias câmeras inteligentes para aplicações de alto desempenho. Link: http://www.cognex.com/products/machine-vision/in-sight-vc200-multi-smart-camera-vision-system/

In-Sight Micro

 

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As câmeras inteligentes da série In-Sight® Micro 8000, uma nova família de sistemas de visão autônomos e ultracompactos, oferecem desempenho da ferramenta de visão em velocidades de computador líder do setor, tudo com uma configuração básica de uma câmera GigE Vision® tradicional. Medindo apenas 31 mm x 31 mm x 64 mm, todos os modelos da série In-Sight 8000 possuem a tecnologia Power over Ethernet (POE) e oferecem a melhor opção de sistema de visão autônomo para integração em espaços pequenos.

A série In-Sight 8000, além de ser o menor sistema de visão autônomo completo do mundo, oferece uma variedade de sistemas de visão disponíveis nas resoluções VGA, 1 MP, 2 MP e 5 MP. Com suporte para Gigabit Ethernet para comunicações em alta velocidade, esses sistemas de visão oferecem aquisições muito rápidas e dois níveis de desempenho feitos para atender a uma variedade de exigências da visão mecânica. Link: http://www.cognex.com/products/machine-vision/in-sight-micro-vision-systems/

Parceria SIQ Systems e Omni Sistemas de Visão e IHM’s

Através da nossa parceria com a Omni, automatizamos inspeções através de Câmeras Inteligentes e Leitores de Códigos capazes de cobrir 100% dos itens inspecionados, proporcionando aumento da produtividade, eficiência na coleta de dados, redução de custos e prevenção de defeitos e desperdícios. Para maiores informações, entre em contato conosco.

Estamos contratando – prazo encerrado!

12/06/2017

COMUNICADO SIQ

[ATUALIZAÇÃO]

A SIQ Systems informa que está oficialmente encerrado o prazo de recebimento de currículos de profissionais candidatos às seguintes vagas:

• Analista de Sistemas Pleno;

• Analista de Sistemas Sênior;

• Analista de Suporte (Nível 1);

• Analista de Suporte (Nível 2).

Estamos analisando todos os currículos recebidos até o momento, e aproveitamos a oportunidade para agradecer todos os profissionais que se candidataram pelo interesse em trabalhar com a nossa equipe.

EQUIPE SIQ Systems

Saiba mais sobre a SIQ Systems.

Por que existem auditorias internas, de segunda e terceira parte?

06/06/2017

auditorias

Há muitos anos, quando os Sistemas de Gestão de Qualidade começaram a ser padronizados, acreditava-se que a avaliação e homologação realizadas por um organismo certificador seriam suficientes para a manutenção destes sistemas. Essas auditorias realizadas por estes organismos certificadores eram denominadas “Auditorias de Terceira Parte”, onde a empresa certificada arcava com os custos de implementação do sistema e avaliação pelo organismo certificador. Os clientes ficavam tranquilos por estarem comprando de uma empresa certificada.

Essa prática mostrou que as coisas não saíram exatamente do jeito planejado. Os Organismos Certificadores, por atenderem indústrias dos mais variados processos, tornaram suas atividades mais generalistas. Suas avaliações buscam evidências de conformidade do sistema, de forma amostral, mas sem o conhecimento de pontos-chave específicos de cada processo. O resultado disso foi que, mesmo uma empresa sendo certificada, muitos gaps em pontos específicos eram ignorados e o resultado real da qualidade dos produtos ficou ainda aquém das expectativas.

O jeito foi complementar esse trabalho de certificação com auditorias feitas por clientes, as quais denominamos “Auditorias de Segunda Parte” e auditorias internas e escalonadas, feitas como atividades de análise crítica do sistema.

As Auditorias de Segunda parte consistem na visita de um auditor do cliente, utilizando norma específica daquele cliente, com experiência e conhecimentos específicos daquele tipo de processo. Desta forma, cada cliente aponta seus principais pontos de preocupação, foca nas melhorias que julga necessárias e ajuda o fornecedor a evoluir ou até a padronizar seus processos conforme a cultura daquele cliente. É quase uma “consultoria” gratuita…

As auditorias internas têm muito a ver com a disciplina imposta pelo Representante do Sistema da Qualidade. Elas podem ser feitas por auditores internos, profissionais treinados para tal e que têm grande conhecimento dos detalhes daquele processo. Também podem ser feitas de forma ”escalonada”, onde os gestores e diretores vão ao shopfloor avaliar a conformidade das coisas. Os resultados destas atividades devem, obrigatoriamente, ser apresentados em reuniões periódicas de Análise Crítica do Sistema, com a presença do Top Management, sempre com o objetivo de promover a Melhoria Contínua.

É sempre importante lembrar que estas atividades não são mutuamente excludentes, pelo contrário, elas complementam-se umas às outras, levando o resultado da qualidade ao nível de excelência.

 

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Cartão BNDES para compra de software

02/06/2017

cartão BNDES

Já pensou em aumentar a competitividade da sua empresa através do cartão BNDES? Com a SIQ Systems isso é possível.

Somos credenciados para realizar a venda de software por meio do cartão BNDES, proporcionando maiores prazos, facilidades e benefícios para nossos clientes.

Não fique de fora dessa! Use seu cartão BNDES e substitua suas planilhas e outros métodos ineficazes de controle por um Sistema de Gestão da Qualidade que atenda às suas necessidades de maneira eficiente, completa e confiável.

 

Para maiores informações sobre como financiar seu software com o cartão BNDES, ligue para (11) 4586 – 0245 ou entre em contato através do e-mail comercial@siq.com.br e tire todas as suas dúvidas.

Caso queria entender mais sobre o BNDES, entre em contato com a Central de Atendimento BNDES  através do número 0800 7026337

SIQ Systems – 20 anos de experiência no mercado de Software voltado à Gestão da Qualidade para empresas de diferentes portes e segmentos.

Como gerenciar os ferramentais presentes em fornecedores?

24/05/2017

ferramentais

A partir de um banco de dados contendo históricos cadastrais de todos os ferramentais utilizados em fornecedores, o TMS – Tooling Management System – é capaz de monitorar a vida útil de cada ferramental. Com isso, é possível ao cliente controlar todas as informações relacionadas aos ferramentais da empresa, proporcionando redução de custos e planejamento antecipado de budget. 

Como administrar todos os aspectos de uma gama de ativos caros sendo usados por terceiros? Durante sua vida útil, o ferramental precisa de manutenções e cuidados técnicos para manter a qualidade do produto. Além disso, como controlar a vida útil do ferramental (em número de “chutes”, “batidas” ou peças produzidas) estando longe do dia-a-dia dos fornecedores? Como saber se o fornecedor não está fazendo uso do seu ferramental para comercializar suas peças por outros canais não negociados?

A SIQ desenvolveu uma solução de Gestão de Ferramentais a qual responde as questões acima. A partir de um banco de dados contendo as informações cadastrais de todos os ferramentais usados em fornecedores, esta solução (TMS – Tooling Management System) é capaz de monitorar a vida útil de cada ferramental. Com isso, é possível ao cliente fazer um planejamento anual de reposição de ferramentais de maneira proativa. Sem a solução, muitas vezes, essa reposição ocorria apenas quando o ferramental já não apresenta características funcionais mínimas para garantir a qualidade e a produtividade do processo de fabricação. Sendo reposto em caráter emergencial, normalmente esse reinvestimento saía mais caro do que deveria, dentre tantas outras perdas.

Nos cases implementados pela SIQ, além da organização, gestão e redução de custos, alcançou-se um dos índices mais importantes na ótica do cliente: a redução de problemas em produtos finais.

O desenvolvimento de parcerias estratégicas na indústria de transformação tem sido, cada vez mais, fator de vantagem competitiva para grandes empresas. Construir uma cadeia de suprimentos sólida e confiável é parte da agenda destas mesmas empresas. No entanto, nem sempre é viável ter fornecedores competitivos se, estes, por sua vez, tiverem que dispor de grandes aportes financeiros para investir em ativos, como ferramentais de grande porte. Essa situação é bastante comum em processos de fundição, forjaria, estamparia, injeção e sopro de plásticos, cujos valores dos ferramentais costumam ser bastante elevados. Por outro lado, em sendo proprietários dos ferramentais, os clientes ganham em flexibilidade para mudar de fornecedor caso, em algum momento, a relação comercial com o fornecedor venha a ser rompida por algum motivo.

Clique aqui e conheça nossas soluções para Gestão de Ferramentais.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

A importância de sistemas de informação para a gestão da qualidade

17/05/2017

A importância de sistemas de informação para a gestão da qualidade

Planilhas eletrônicas e ERPs são ferramentas ineficazes para a uma completa Gestão da Qualidade nas empresas.  É necessário a implementação de um sistema que ofereça uma visão detalhada das etapas de controle e promova a integração desses dados, a fim de estabelecer condições de análises precisas para tomadas de ações corretivas e preventivas, bem como contemplar as exigências do Compliance e pré-requisitos obrigatórios.

Gerir a qualidade de um processo produtivo, seja com o foco nos processos internos ou nos processos de fornecedores, é uma atividade extremamente dinâmica e complexa. O papel das pessoas envolvidas é o de promover a solução dos problemas, acompanhamento, melhoria contínua e planejamento de novos produtos e processos. Dessa forma, é um desperdício de talentos fazer com que as pessoas realizem trabalhos repetitivos de digitação, atualização de planilhas e manutenção de indicadores gerenciais e operacionais.

Os grandes ERPs existentes no mercado não possuem aplicação para as atividades específicas da qualidade. São sistemas que formam poderosas bases de dados operacionais, mas que possuem grandes limitações transacionais nas atividades rotineiras da gestão da qualidade. Em contrapartida, as planilhas eletrônicas e bancos de dados de pacotes básicos de escritório até podem, em um primeiro momento, parecer interessantes, no entanto, são pobres em interfaces, fazendo com que várias pessoas precisem alimentá-las com dados de entrada, o que – como sabemos -, não são atividades que agregam valor. Além disso, planilhas podem ter limitações de compartilhamento e segurança de informação, tornando a gestão muito superficial e trabalhosa.

O melhor cenário para que a equipe de qualidade possa focar no seu core business é implementar um sistema de gestão abrangente, que tenha interface com o ERP utilizado pela empresa, alta performance de navegação e que as informações possam ser compartilhadas em tempo real por todos os interessados. E importante que um sistema de gestão seja capaz de reproduzir as principais ferramentas de qualidade, transformando dados em informações úteis e gerando histórico de lições aprendidas.

Um sistema como esse, se utilizado pela equipe de forma disciplinada, é capaz de atender com sucesso não apenas o complexo universo da Gestão da Qualidade, mas também atende o Compliance da corporação, bem como auxilia no controle de ativos e custos.

 

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

A importância da embalagem na qualidade final de um produto

08/05/2017

a importância da embalagem na qualidade final de um produto

A importância da embalagem na qualidade final de um produto

Tenho abordado vários aspectos que concernem diretamente ao processo produtivo de uma peça ou produto final, os cuidados que vão desde seu desenvolvimento, sua elaboração até o controle de sua produção. Porém, é importante lembrar que existem aspectos indiretamente ligados a estes processos que podem impactar negativamente na qualidade de um produto caso sejam negligenciados durante seu desenvolvimento.

Um destes aspectos são as embalagens. Imagine que seu processo produtivo ou os dos seus fornecedores foram bem planejados, são estáveis e capazes. No entanto, não houve a mesma preocupação com as embalagens onde serão acondicionadas as peças no transporte do fornecedor até sua planta, tampouco na embalagem que acondicionará seu produto final para o transporte até o cliente.

Uma embalagem inadequada pode gerar danos irreparáveis aos produtos, tais como: batidas, riscos, amassamentos, quebras, contaminação, oxidação e misturas.

Um exemplo real: certa vez, fui a um fornecedor de válvulas de motor para definir a causa raiz de uma trinca detectada em uma válvula de um lote de 10.000 peças, gerando uma enorme e custosa campanha. Após profunda investigação nas etapas do processo do fornecedor, a causa foi identificada e estava relacionada às embalagens usadas para movimentação interna da matéria prima. Ocorreu que, por haver diversas caçambas de tarugos cortados de diferentes tipos de aço que aguardavam o processo de conformação, um destes tarugos caiu acidentalmente na caçamba dos tarugos destinados às nossas peças. Esse tarugo, por ser de um aço de menor temperabilidade, quando submetido ao processo de têmpera por indução, sofreu uma tensão térmica que originou a trinca. Ou seja, uma simples tampa nas caçambas teria evitado essa traumática situação…

Definir SKU, empilhamento máximo, layout interno, vedação, proteções adicionais contra corrosão, identificação correta e, de preferência projetá-la para ser aberta apenas no ponto de uso a fim de evitar manuseios desnecessários nas peças, são aspectos de extrema importância que garantirão que a qualidade obtida no processo de origem seja integralmente preservada.

Incluir o projeto e a aprovação de embalagens no Planejamento Avançado da Qualidade é de fundamental importância para que os transtornos não sejam detectados quando a peça já estiver em produção. Inserir esta disciplina nos sistemas integrados de comunicação com a cadeia de fornecedores é altamente recomendável.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Case Owens Corning – aumento de produtividade

26/04/2017

case de sucesso owens corning

Solução de automação da SIQ Systems aumenta em 25% a produtividade no processo de rastreabilidade de produto da Owens Corning

Empresa: Owens Corning

Sobre a Owens Corning: A Owens Corning é uma empresa global com fábricas espalhadas em cerca de 30 países. Possui um total de 18.000 colaboradores produzindo fibras de vidro para isolamento, telhas e asfalto, geradores de energia-eólica, dentre outros materiais para construção e serviços.

Planta: Rio Claro – SP, Brasil

Site: www.owenscorning.com.br

Cenário Antigo Owens Corning:
O processo de pesagem e checagem do material da fibra de vidro em produção era efetuado manualmente pelos operadores, o que ocasionava lentidão no manuseio do produto bem como nos registros das informações no sistema. Após uma análise detalhada do cenário, a equipe de Melhoria Contínua da Owens Corning notou a possibilidade de automatizar este processo.

Cenário Atual com a SIQ Systems:
Através da instalação de câmeras no local de percurso do material, agora é possível realizar a leitura automática das informações referentes ao código de barras do produto, alimentando automaticamente o sistema. Essa automatização permite que o operador visualize, em tempo real, dados referentes ao estoque e rastreabilidade do produto.

Ganhos:

Aumento de 25% da produtividade;
Otimização e simplificação do processo – não há mais necessidade de paradas;
Redução de Mão-de-Obra – realocando-as para demandas mais exigentes e de maior valor;
Confiabilidade de leitura dos dados;
Avisos automáticos e periódicos sobre a necessidade de manutenção preventiva;
Redução de riscos na segurança do operador;
Agilidade de disposição nos dados para consulta.

Depoimentos:

“Estamos contentes com o valor que a SIQ tem agregado ao nosso processo Produtivo. A parceria feita através do projeto realizado entre nossas duas empresas abriu oportunidades para novas inovações e melhorias. ” – Jorge Goulart, Gerente de TPM, Melhoria Contínua e Qualidade da Owens Corning.

“Com o aumento da competitividade, as empresas em geral vêm buscando por constante redução de custos através da melhoria contínua de seus processos. Por meio de análises e mapeamentos, foi constatado pela nossa equipe de Melhoria Contínua a oportunidade de automatizar um processo onde nossos operadores inseriam no sistema, manualmente, informações para rastreabilidade de nossos produtos.
A SIQ Systems, em conjunto com a nossa equipe de Melhoria Contínua, desenvolveu um software de integração para leitura automatizada das informações de rastreabilidade de nossos produtos, e após a implementação da solução, a empresa obteve um aumento de 25% de sua produtividade nesse processo.
Nossa maior preocupação era se o software seria capaz de ler os códigos em movimento, e devido ao know-how que a SIQ possui com o equipamento que a nossa equipe estava estudando implementar, essa preocupação foi logo superada, através de um excelente trabalho realizado pela equipe que instalou a câmera.
Recomendamos a SIQ Systems pois, além de serem extremamente profissionais e engajados – desde a parte de atendimento ao cliente até ao suporte pós-implementação -, mostraram ter pleno conhecimento na área em que estão trabalhando”. – Lucas Cunha e Fábio Gonçalves, Analistas de Melhoria Contínua na empresa Owens Corning.

SIQ Systems – 20 anos de experiência no mercado de Software voltado à Gestão da Qualidade para empresas de diferentes portes e segmentos.

Implicações da IATF 16949:2016 no PPAP de Clientes

20/04/2017

PPAP de Clientes

Devido ao acréscimo de fiscalização na segurança de peças e processos que a IATF 16949:2016 exige, os fornecedores de autopeças terão que seguir à risca as condições de qualidade estabelecidas pelos seus clientes durante o ciclo de fabricação do produto, uma vez que, caso os fornecedores não cumpram com as especificações presentes no manual mandatório de elaboração do produto (PPAP), os clientes poderão aplicar multas agressivas nos mesmos, responsabilizando-os por não terem seguido as etapas acordadas no PPAP.

Em outubro de 2016, a IATF – International Automotive Task Force (Força Tarefa Internacional Automotiva) – publicou a revisão da norma de gestão da qualidade voltada ao setor automotivo, que de ISO/TS 16949:2009 passou a se chamar IATF 16949:2016. Dessa forma, empresas certificadas pela ISO/TS 16949:2009 necessitarão realizar a transição para a IATF 16949:2016 até a data de 14 de setembro de 2018.

Para atender com excelência os problemas recentes das indústrias automobilísticas e acompanhar os avanços tecnológicos, a IATF 16949:2016 tem como foco algumas mudanças, e dentre as mais significativas, destacam-se:

  • Aumento de requisitos relacionados à segurança de peças e processos;
  • Melhores requisitos para rastreabilidade de produtos com o objetivo de dar suporte as mudanças regulatórias mais recentes;
  • Inserção de requisitos para produtos com software integrado;
  • Exigência de um processo de gestão de garantia, incluindo atendimento NTF (“no trouble found”) e o uso das orientações/guias da indústria automotiva;
  • Clarificação dos requisitos para gestão e desenvolvimento de fornecedores;
  • Adição de requisitos de responsabilidade corporativa.

Como o módulo de PPAP de Clientes da SIQ Systems previne que o fornecedor seja multado pelo seu cliente?

O módulo de PPAP de Clientes impede que o produto saia da planta do fornecedor com destino ao cliente se alguma informação do PPAP estiver pendente ou equivocada, bloqueando o produto no faturamento antes de sua expedição. Evita-se assim que as mercadorias que não cumpram com o PPAP pré-estabelecido sejam transportadas até os clientes, reduzindo a probabilidade de problemas advindos de processos não conformes e aumentando a credibilidade do fornecedor perante seu cliente.

Essa inteligência do módulo de PPAP de Clientes tem como objetivo principal prevenir que os fornecedores sejam multados, pois como o sistema informa que há algo de errado, os fornecedores têm tempo para trabalhar no problema identificado, promovendo alterações em seus processos até que os mesmos estejam em conformidade com 100% dos requisitos designados pelo cliente no manual do PPAP.

Um outro ganho proporcionado pelo módulo de PPAP de Clientes é a possibilidade de informar as áreas das empresas sobre os prazos para cumprimento de cada etapa do PPAP. Quando um cliente exige que determinado produto seja entregue em um prazo de dois meses, por exemplo, essa informação é alimentada no sistema SIQ e este inicia a emissão de avisos aos responsáveis por cada atividade, servindo de alerta para que a realização dessas atividades do PPAP sejam concluídas no tempo certo para atender o prazo. O sistema também notifica quando alguma atividade estiver pendente, se tornando um grande apoiador para que as áreas assegurem que seus processos sejam sempre seguros e garantam a qualidade acordada.

Quer saber mais sobre o módulo de PPAP de Clientes? Entre em contato conosco e agende uma visita!

SIQ Systems – 20 anos de experiência no mercado de Software voltado à Gestão da Qualidade para empresas de diferentes portes e segmentos.

Tratamento de Não Conformidades para o setor Automotivo

05/04/2017

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Módulo: Não Conformidades

Para que as indústrias do setor automotivo possam entregar produtos com um alto nível de qualidade para seus clientes, elas necessitam monitorar rigorosamente seus processos, sempre identificando e corrigindo as Não Conformidades que forem surgindo.

É inevitável que uma Não Conformidade ocorra, mas sua reincidência só poderá ser eliminada através de um gerenciamento constante e eficaz, de forma a detectar pontos de melhoria e aperfeiçoar processos e métodos de trabalho com ações corretivas e preventivas.

Algumas desvantagens ao não gerenciar corretamente uma Não Conformidade:

 

ico1_nc DESPERDÍCIO DE TEMPO:

  • Atraso no tratamento de Não Conformidades críticas, uma vez que os gestores demoram para percebê-las;
  • Demora na identificação da causa raiz de uma não conformidade;
  • Parada de linha de produção e retrabalho.
ico4_nc COMUNICAÇÃO INEFICAZ:

  • Informações importantes não ficam disponíveis em tempo real;
  • Membros da equipe não são informados sobre as mudanças necessárias;
  • Gestores não possuem dados consistentes para tomada de ações.
ico2_nc AUMENTO DE RISCOS:

  • Riscos em potenciais não são analisados com profundidade e muitos não são nem documentados;
  • Situações de alto risco continuam ocorrendo;
  • A segurança – tanto do produto quanto do trabalhador – fica comprometida;
ico3_nc CLIENTES INSATISFEITOS:

  • Produtos com a qualidade comprometida chegam aos clientes;
  • Demora na resolução de problemas, uma vez que, devido a informações soltas, não se sabe o que o gerou;
  • Reputação da empresa torna-se questionável e clientes optam por comprar de concorrentes.
ico5_nc DOCUMENTAÇÃO IMPRECISA:

  • Dificuldade para realizar o controle de documentos de maneira ágil;
  • Erros decorrentes de documentos digitados manualmente;
  • O tratamento da não conformidade torna-se falho, uma vez que a coleta de dados é imprecisa.

Gerenciando corretamente as Não Conformidades, sua empresa impulsionará a qualidade de seus produtos e processos de maneira eficiente, reduzindo riscos, custos e desperdícios. Além disso, ela cumprirá com mais facilidade normas como ISO 9001, ISO/TS 16949, ISO 14001 e OHSAS 18001, alavancando a confiança de seus consumidores e passando com tranquilidade pelos Organismos de Certificação.


Como a SIQ Systems pode te ajudar

A solução SIQ Systems para o gerenciamento de Não Conformidades tem como principal objetivo identificar e eliminar, de maneira completa, todas as Não Conformidades existentes, minimizando situações indesejáveis com a aplicação de Ações Corretivas e Ações Preventivas, sempre focando a Melhoria Contínua das atividades.

Com o intuito de proporcionar melhores processos, o software direciona os usuários para uma metodologia de resolução das não conformidades, que vai de acordo com o método aplicado pela empresa, podendo ser: 8D, 5PB’s, Diagrama de Peixe de Ishikawa, dentre outros, sendo esses métodos estabelecidos conforme preferências do cliente.

O módulo de Não Conformidades pode ser aplicado em qualquer ponto de desenvolvimento do produto, até mesmo durante o processo de inspeção, e em todas essas fases as não conformidades têm o mesmo tipo de tratativa: identificação e documentação do erro/desvio encontrado, análise da sua origem, causa, responsável e mensuração dos prejuízos, para assim agir no plano de ação para resolução do problema. Outro diferencial significativo é a possibilidade de fazer o apontamento das Não Conformidades via APP para celulares ou tablets, conferindo agilidade e segurança nos dados de consulta.


Fornecedores também podem responder as não conformidades

Com a finalidade solucionar problemas decorrentes de fornecedores detectados durante a fase de inspeção, o sistema pode ser parametrizado para o próprio fornecedor responder às fases das Não Conformidades que forem abertas, de acordo com o método aplicado pela empresa. Essa ação permite explicitar os custos internos gerados por problemas de Má Qualidade advindos do fornecedor, podendo a empresa solicitar um envio de solicitação de ressarcimento para que o mesmo arque com as perdas.

Os benefícios são claros:

 

ico8_nc DISCIPLINA DO PROCESSO:

  • Define e implanta diversas metodologias para resolução do problema, proporcionando a melhoria contínua dos processos;
  • Permite que diferentes tipos de problemas, de áreas distintas, sejam gerenciados com um alto nível de confiabilidade e efetividade.
ico7_nc AUXÍLIO NA TOMADA DE DECISÃO:

  • Geração de diversos tipos de gráficos para facilitar a tomada de decisão (Pareto, Tendência, Pizza, dentre outros);
  • As informações que antes se perdiam, agora ficam disponíveis de maneira organizada, facilitando o processo de gerenciamento da RNC.
ico6_nc QUALIDADE DOS PROCESSOS:

  • Eliminação de problemas derivados de processos ineficientes, tais como recall, retrabalho, parada de produção, etc.
  • As não conformidades são identificadas e resolvidas de maneira rápida e efetiva.


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Conheça nossa Visão Geral para a Indústria Automotiva.

Você sabe o que é Inspeção na Origem?

21/03/2017

inspeção na origem

A qualidade de um produto acontece no momento em que ele é fabricado. Ponto final. Quaisquer outros procedimentos de controle, medição e verificação feitos posteriormente não agregarão atributos de qualidade ao produto, e, tão somente, irão alertar ao sistema de qualidade que há uma ação de contenção a ser tomada com urgência para que aquele desvio de qualidade detectado não chegue ao próximo nível da cadeia de valor. Por isso, a Inspeção na Origem é de extrema relevância.

Um caso verídico de um cliente SIQ Systems do setor automotivo: a inspeção na origem, monitorada pelo cliente, foi uma experiência que, no primeiro ano de sua execução, reduziu 40% do PPM detectado na planta. Um sistema web-based integrado com os sistemas de logística, que controlam emissão de Notas Fiscais e de recebimentos de materiais, o qual condiciona a aprovação do lote ao controle dimensional, material e funcional registrado, no processo de origem. Um sistema com escalabilidade para todos os demais níveis da cadeia de fornecimento e que ainda, baseado no histórico de resultados de cada característica controlada, é capaz de predizer tendências permitindo o ajuste prévio do processo, cumprindo seu papel proativo.

De qualquer forma, sabe-se que, mesmo em processos de fabricação muito bem desenvolvidos, há a possibilidade de atuação de causas especiais que possam produzir desvios de qualidade, muitas vezes não facilmente detectáveis pelos meios convencionais de controle. E também, não é raro que, diante de recursos escassos, as empresas pulem etapas de desenvolvimento, concebendo processos instáveis, cheios de causas especiais e comuns de falhas e, muitas vezes, não alocando os recursos necessários para executar os devidos controles, mesmo que a posteriori. O resultado disso é o acúmulo de desvios de qualidade que permeiam as etapas de processo e, por muitas vezes, avançam para o cliente dentro da cadeia de suprimentos. Quando isso acontece, os desdobramentos são mais severos e os custos crescem exponencialmente.

Por conta disso, muitas vezes uma montadora ou um sistemista, que administram uma grande e complexa cadeia de fornecedores, veem-se na obrigação de estender os controles das peças compradas para muito além de sua Inspeção de Recebimento. As Auditorias de Processo, as aprovações de produto em produção in loco nos fornecedores e as ações corretivas monitoradas por Engenheiros da Qualidade de Fornecedores, são esforços sistematizados que estas empresas têm feito para garantir a qualidade na origem. No entanto, nem sempre estas ações são suficientes para que, no dia-a-dia, as falhas não cheguem às suas plantas.

Para saber mais sobre Inspeção na Origem, baixe nosso material sobre Projetos Especiais. 

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Logística da empresa TsTech do Brasil Adquire Módulo para Gestão de Não Conformidade

06/12/2016

Não Conformidade

A área de Logística da empresa TsTech do Brasil, produtora de peças e acessórios para veículos motorizados, implementou o módulo de Gestão de Não Conformidade da SIQ Systems, com o principal objetivo de obter um controle efetivo de todas as Não Conformidades e detectar se os problemas recorrentes são internos ou provenientes de fornecedores.

Através dessa solução, é possível criar um histórico das ocorrências e gerar dados estatísticos para visualizar quantos problemas foram internos, quantos foram de fornecedores e aplicar ações corretivas a fim de proporcionar a melhoria contínua do processo como um todo. Outra vantagem, é a possibilidade de ranquear os fornecedores com maior número de Não Conformidades graças ao data analysis, e utilizar essas informações para tomar decisões em níveis gerenciais.

A área de Qualidade da TsTech já utiliza o módulo de Gestão de Não Conformidade, e, futuramente, ambas as áreas – Logística e Qualidade – implementarão também o módulo de Nota de Débito, solução que explicita todos os custos internos de problemas de má qualidade gerados por fornecedores e direciona esses custos de forma padronizada através de workflows para todas as áreas envolvidas da TsTech, incluindo o fornecedor responsável, com o objetivo de ajudá-lo a entender o problema e encontrar sua causa-raiz.

Conheça nossas soluções para Gestão da Qualidade de Fornecedores. 

 

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Uma boa qualidade começa com uma boa ferramenta – Gestão de Ferramentais

16/06/2016

gestao de ferramentais

A maioria dos componentes fabricados em série necessita de algum tipo de ferramental para sua construção. O dimensional da peça, a repetibilidade do processo e as características metalúrgicas, serão fortemente impactados pela performance desse ferramental.

Durante o processo de desenvolvimento do produto, o projeto e a fabricação da ferramenta, são fatores-chave para o sucesso da qualidade do produto. A experiência do fabricante, auxiliado por modernos recursos de simulações numéricas computacionais, são fundamentais para que o design desse ferramental seja o mais adequado possível.

A escolha da ferramentaria que executará a construção da ferramenta é outro aspecto que precisa ser avaliado com critério, caso o fabricante não tenha uma ferramentaria própria para fazê-lo.

Portanto, uma ferramenta mal projetada ou em más condições de conservação que reproduz peças diferentes e dimensionalmente instáveis, elevará exponencialmente o nível de refugos, gerando enormes desperdícios e riscos para a qualidade.

A FERRAMENTA COMO ATIVO

Ferramentais sempre são temas delicados e comumente tratados, nas empresas brasileiras, como um ativo do dono do projeto. Isto é, se o desenho, a ferramenta e co-design são ativos do cliente, por vezes, a ferramenta é um ativo do fornecedor, devido questões relacionadas à propriedade intelectual ou para garantir a exclusividade do direito de fornecimento de peças para o mercado de reposição. Em alguns processos, como fundição, forjaria ou estamparia, os investimentos em ferramentais são altos, justificando um controle severo desse ativo.

A vida útil de uma ferramenta é outro tema que gera conflitos, principalmente se for um ativo do cliente. Como controlar quantas peças foram fabricadas por cada cavidade das ferramentas, qual a porcentagem da vida útil ainda resta, quando é momento para fazer reparos ou investir em uma nova ferramenta? A SIQ Systems oferece soluções em sistemas, aplicadas com grande sucesso, que equacionam essas questões e são utilizadas, inclusive, para controlar os ativos externos da companhia.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Os custos da má qualidade na cadeia de produção

19/05/2016

os custos da má qualidade

Os custos da má qualidade na cadeia de produção

Existem diversos estudos relacionados aos custos da implementação da Gestão da Qualidade que apontam as diferenças entre custos de prevenção e custos de correção. Eles comprovam que quanto mais longe da origem e, consequentemente, mais próximo do usuário final o defeito ocorrer, maior será o custo de correção.

No entanto, na prática, esse processo ainda é cheio de zonas cinzentas. O consenso é de que o cliente final é a única parte envolvida que não deve sofrer prejuízos devido uma falha de qualidade. A partir disso, começam infindáveis discussões sobre responsabilidades e gestão de riscos financeiros.

O produto final é resultado de uma complexa cadeia de fornecimento e, obviamente, existe uma relação comercial entre todas as partes envolvidas. E, como toda a relação comercial, existem riscos.

IMAGINE: uma empresa fornece uma peça cujo preço é de alguns centavos. Essa mesma peça é vendida a um fabricante de motores e tem como função garantir o travamento da válvula no Valve Train. Por algum problema de tratamento térmico, após algumas horas de funcionamento, a peça se rompe e a válvula é engolida pela câmara de combustão, gerando a perda total do motor. Pelo lote de tratamento térmico, verifica-se que milhares de peças como essa estão espalhadas e podem se romper a qualquer momento. O custo de reparo de todos os veículos envolvidos e o custo de substituição preventiva de todo o lote suspeito gerará quantos milhões de reais em prejuízo? O fabricante terá como arcar com esse custo?

O caso acima é real e acontece com frequência, portanto, é necessário que referente a cadeia de fornecimento, qualquer fornecedor tenha bem avaliado o risco financeiro de seu negócio e busque se resguardar através de seguros ou outras garantias.

Cada vez mais, montadoras e fabricantes de sistemas mais complexos estão criando dispositivos em seus acordos, contratos e manuais com regras claras para a justa distribuição dos eventuais custos da má qualidade de seus produtos. Não apenas em casos extremos, como no exemplo do recall acima, mas nas pequenas ineficiências geradas pela má qualidade do dia-a-dia.

É fundamental compreender que os custos da má qualidade não podem incidir apenas sobre um elo da cadeia. E que os elos mais fortes percebam até quando é viável exigir o ressarcimento de seus fornecedores, de forma que esse procedimento não os prejudique também. Os riscos precisam ser avaliados, debatidos e acordados durante o sourcing e revisados periodicamente.

Quando a cadeia de fornecimento, como um todo, consegue enxergar com clareza que precisa arcar com os custos da má qualidade, surge a conscientização de cada fornecedor sobre a necessidade de investir em processos robustos e pessoas capacitadas.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Diga-me quem são seus fornecedores e direi quem tu és

29/04/2016

fornecedores

Fornecedores: diga-me quem são os seus e direi quem tu és.

O desenvolvimento de um produto é a fase mais importante do processo de garantia da qualidade. Cartas de controle, gates de medição e testes funcionais serão inúteis se o processo produtivo for mal planejado ou se o coeficiente de segurança de cada componente ou do produto final for marginal.

É justamente no período de desenvolvimento do produto que muitas empresas percebem que a maioria dos processos produtivos está fora do seu controle, mas está nas cadeias de fornecimento.

Uma vez validado o design, coloca-se targets apertadíssimos de tempo e custos para as áreas de Procurement buscarem fornecedores para os componentes do produto. O resultado disso, na maioria das vezes, é a geração de processos produtivos não-capazes nos fornecedores, bem como a escolha de fornecedores inadequados. As consequências serão percebidas durante o ciclo de vida do produto, seja na sua produção, seja na sua performance em campo.

Um bom Design For Manufacturing – DFM – deveria se estender até o primeiro nível da cadeia de fornecimento. Contudo, sabe-se que o custo e o tempo para colocar isso em prática é alto e pode comprometer a competitividade, por isso são necessárias formas inteligentes para implementar essa estratégia.

FORMAS INTELIGENTES DE COLOCAR EM PRÁTICA UM BOM DFM

Uma delas é estender para toda a cadeia, um sistema integrado de troca de informações técnicas de forma a se desenvolver processos produtivos robustos desde a matéria-prima. E, quanto mais cedo estas partes participarem da discussão, mais estáveis serão seus processos, garantindo um ciclo de vida tranquilo e eficiente para o produto.

Outra forma é ter um ranking formal dos fornecedores baseado em critérios objetivos e mensuráveis a partir da base de dados da operação. Desta forma, o processo de compras torna-se mais transparente para toda a corporação, evitando distorções no processo decisório sobre as fontes de fornecimento.

E, por fim, um acompanhamento muito próximo dos desenvolvimentos da cadeia acima, desde a cotação até o SOP, para garantir que nenhuma etapa tenha sido subestimada.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Clique aqui e baixe nosso material para Gestão da Qualidade de Fornecedores.

Os ferramentais são parte do ativo de sua empresa. Como você os gerencia?

15/04/2016

ferramentais

Imagine as seguintes situações relacionadas aos Ferramentais da sua empresa:

  • O Ferramental mais complexo do processo produtivo, por desgaste, não é mais capaz de produzir peça boa, e não existe outra ferramenta para substituí-lo de imediato.
  • Por falta de informações adequadas sobre o tempo de vida útil, não foi planejado budget para investimentos em Ferramentais.
  • Mesmo planejado budget para aquisição de um novo Ferramental, a burocracia que envolve o processo de compra e confecção da ferramenta é muito demorado, certamente impactando em prazo de entrega e qualidade no produto final entregue ao cliente.

Os cenários citados acima são apenas alguns exemplos que, infelizmente, ainda fazem parte da realidade de muitas empresas e eles só ocorrem porque essas empresas não possuem informações suficientes quando se trata de seus Ferramentais, principalmente quando estão em poder de terceiros. Para que uma boa Gestão de Ferramentais possa existir, é imprescindível ter domínio absoluto à respeito dos seguintes itens:

  • Valor gasto com reparos e substituições no período atual;
  • Quanto deverá ser investido na reposição de Ferramentais no próximo orçamento;
  • Planejamento de manutenções preventivas com base no tempo restante de vida útil;
  • A quantidade e valores de seus Ferramentais em poder de terceiros;
  • O real estado de conservação dos Ferramentais;
  • Se os ativos estão sendo utilizados de forma adequada, visando a maximização de sua vida útil.
  • É necessário que haja em sua empresa soluções desenvolvidas com foco no mapeamento desses itens, só assim, será possível resolver problemas de Qualidade relacionados às falhas dos Ferramentais, tanto dentro da empresa quanto dos fornecedores.

QUE RESULTADOS PODEM SER ESPERADOS?

  • Redução dos custos de reposição dos Ferramentais;
  • Obtenção de informações on-time sobre a vida útil dos Ferramentais para que não ocorram alterações no produto final;
  • Melhoras na eficiência operacional da empresa e dos fornecedores;
  • Diminuição de incidências de Não Conformidades por problemas decorrentes de Ferramentais;
  • Aumento do número de manutenções preventivas e diminuição do número de manutenções corretivas;
  • Planejamento periódico e antecipado dos investimentos necessários para se utilizar com Ferramentais, evitando surpresas quando algum equipamento falhar.

A SIQ SYSTEMS oferece soluções que abrangem o uso de aplicativos que, através de fotos e reconhecimento de voz, são capazes controlar as ocorrências e reparos dos Ferramentais. Em nosso sistema, o desconto da vida útil é feito automaticamente, sendo possível obter um planejamento mais eficiente das manutenções preventivas e adotar ações para evitar problemas futuros.

Baixe nosso material e entenda como podemos te ajudar no controle de Ferramentais internos e em poder de fornecedores.

 

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Mais uma planta da Toyota do Brasil implementa a solução SIQ para Gestão da Qualidade de Fornecedores

13/04/2016

Toyota implementa solução SIQ Systems

Toyota implementa solução SIQ Systems

A mais nova planta da Toyota do Brasil, localizada em Porto Feliz, interior de São Paulo, foi inaugurada nesta última terça-feira (10). Em seus 872.500 m² foi investido cerca de R$ 508 milhões, gerando aproximadamente 300 empregos diretos, podendo chegar a 700.

Esta nova unidade e as demais plantas da Toyota no Brasil utilizam o sistema SIQ para gerenciar toda sua Cadeia de Fornecedores.

Parabenizamos a Toyota por esta nova unidade, agradecemos a confiança em nosso trabalho ao longo destes 14 anos e temos muito orgulho de participar em um projeto que possui a mais avançada e inovadora tecnologia de processos de produção.

Clique aqui para maiores informações.

 

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A complexa teia que envolve a Qualidade de um produto

07/04/2016

qualidade de um produto

A qualidade de um produto e a complexa teia que a envolve.

Há um conhecido vídeo de Milton Friedman no YouTube, no qual ele usa um produto aparentemente simples – um lápis – para demonstrar o quão complexo é produzir qualquer coisa, uma vez que, cada matéria-prima, cada insumo, cada etapa do processo, depende de milhares de pessoas e empresas envolvidas, nos mais diferentes lugares do mundo.

Assista ao vídeo

Portanto, qualquer produto é o resultado de seu processo produtivo, somado aos processos produtivos de sua cadeia de fornecimento. Da mesma forma, sua qualidade será o resultado da qualidade de seu processo produtivo, somada à qualidade de sua cadeia de fornecimento. Basta que um elo desta cadeia falhe e o resultado será perceptível no produto final.

Um exemplo:

Uma grande campanha de substituição de um componente defeituoso de um caminhão – conhecido como recall – pode acontecer pois a fundição da carcaça central de um turbo-compressor do motor liberou um lote com a microestrutura do ferro fundido fragilizada. Observe, uma pequena falha de controle de um sub-componente de um sub-sistema do motor do caminhão gerou uma ação de campo de alto custo, insatisfação do cliente e prejuízo à imagem do produto.

A Gestão da Qualidade deve se preocupar em planejar e controlar todo processo. E, quanto mais próximo do processo inicial de cada item que compõe o produto final a qualidade for garantida, menores serão os riscos e os custos associados.

Como manter sob controle algo tão complexo?

A palavra-chave para solucionar esse problema é PADRONIZAÇÃO. Fazer com que seus fornecedores tenham os mesmos critérios, os mesmos métodos e os mesmos controles em seus processos é fundamental para a garantia global da qualidade. É, neste momento, que manuais, sistemas e auditorias de segunda e terceira partes farão toda diferença.

O mais importante é garantir que, independentemente do tamanho e da relevância do fornecedor, ele tenha o mesmo grau de comprometimento e que seja uma extensão do processo final da construção do produto.

A SIQ SYSTEMS oferece uma suíte completa de soluções para a Gestão da Qualidade de Fornecedores, que pode perfeitamente ser adequada às necessidades de sua empresa. Conheça mais em nosso site ou solicite uma apresentação através do e-mail comercial@siq.com.br ou pelo nosso telefone (55) (11) 4586 – 0245.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Por que o cliente deve ser o foco quando o tema é Qualidade?

05/04/2016

por que o cliente deve ser o foco quando o tema é qualidade

Por que o cliente deve ser o foco quando o tema é qualidade?

Muito tem se falado nas corporações que Qualidade não é diferencial, mas obrigação. Entretanto, isso seria uma verdade se vivêssemos em mundo ideal, onde todos os princípios e disciplinas da Qualidade fossem integralmente aplicados no dia-a-dia das empresas. Porém, no mundo real, sabemos que as coisas não funcionam bem assim e, neste ambiente, a Qualidade tem um papel de vantagem competitiva, ainda mais se isso for percebido pelo cliente.

A evolução da Qualidade – de uma atividade de controle para uma atividade sistêmica e planejada – fez com que, nas últimas décadas, diversas práticas se tornassem normas nas operações. E, por muitas vezes, a principal questão ficou em segundo plano: “O que o cliente acha disso tudo?”.

É contraditório ver que, apesar do crescimento nos investimentos em sistemas de qualidade, poka-yokes, métodos e auditorias, o número de recalls e cliente insatisfeitos continuam aumentando. O que fideliza as pessoas a uma marca é o grau de atendimento de suas expectativas sobre determinado produto e, ainda que, preço, design, potência sejam ótimos atrativos, nada disso será o suficiente se o cliente não tiver sua expectativa integralmente atendida em todos esses aspectos.

Pensando na Qualidade: 5 pontos importantes que devem ser levados em consideração

A Qualidade deve ser pensada de forma que, não apenas conquiste novos clientes, mas fidelize os atuais e ainda os transforme em agentes positivos da imagem de um produto. Por isso:

  • É necessário estar ciente sobre quem é o público-alvo daquele produto;
  • Entender o que eles buscam;
  • Quais expectativas eles têm;
  • Quem mais eles podem influenciar;
  • Quanto estão dispostos a pagar;

Uma vez mapeados estes aspectos, é fundamental que eles sejam priorizados em cada atividade do processo produtivo. Desta forma, todos os sistemas de qualidade, bem como, suas ferramentas de controle, agregarão valor para o produto, em vez de serem simplesmente um conjunto de formalidades a serem cumpridas.

Texto escrito por Alexandre Tavares, professor de Engenharia pela Universidade Anhembi Morumbi, Engenheiro Mecânico com mais de 15 anos de experiência na área de Qualidade na Indústria Automotiva e certificado como Engenheiro da Qualidade pela American Society for Quality.

Fornecedores e parceiros são extensões da empresa

04/04/2016

fornecedores e parceiros são extensões da empresa

Fornecedores e parceiros são extensões da empresa

“Respeitar sua rede de parceiros e de fornecedores, desafiando-os e ajudando-os a melhorar. A Toyota não usa e abusa de seus parceiros, extraindo todo valor que podem oferecer pelo menor preço possível. Um parceiro torna-se uma extensão da Toyota. Parte da contribuição para a sociedade está em apoiar os parceiros de forma que eles se tornem melhores por trabalharem com a Toyota. Isso faz parte do “Respeito pela Humanidade”, um conceito que tem uma implicação muito diferente de expressões como “administração de recursos humanos”, que implica fazer o uso mais produtivo dos recursos, quase como se você fosse uma peça do equipamento. O desafio é um valor importante no Modelo Toyota e central para o modo como as pessoas e os parceiros empresariais se desenvolvem.” – Trecho de: O Modelo Toyota – Manual de Aplicação: Um Guia Prático Para a Implementação dos 4 PS da Toyota de J.K Liker, 2007.

A SIQ SYSTEMS, assim como a Toyota – que utiliza nossas soluções desde 2000 – também acredita que fornecedores e parceiros tornam-se extensões da empresa. Em razão disso, nossa Suíte de Gestão da Qualidade de Fornecedores (GQF) tem como principal objetivo fortalecer a cadeia de fornecedores dos nossos clientes. Desta maneira, sua empresa conseguirá atingir suas metas e sentirá os impactos positivos em sua lucratividade.

Nossa Suíte de GQF atende desde o processo de aprovação de amostras, avaliações e auditorias de fornecedores, inspeções no recebimento e/ou na origem, até o tratamento das não-conformidades, tendo em vista a melhoria contínua. Os sistemas gerenciam também os ferramentais e embalagens, em poder de terceiros, e os documentos pertinentes ao processo: certificados de qualidade e demais documentos que comprovem a idoneidade da empresa no mercado, cuidados com o meio ambiente e o respeito aos princípios éticos e humanitários na relação com funcionários, fornecedores e clientes.

Baixe nosso material e descubra como fortalecer sua rede de fornecedores, promovendo a melhoria contínua de processos com foco em redução de custos e desperdícios.

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